O Tribunal Regional Federal da Sexta Região adiou para o dia 10 de junho a conclusão do julgamento que pode reverter a absolvição de empresas e executivos denunciados pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana. Na sessão desta terça-feira foram apresentadas as sustentações orais do Ministério Público Federal, dos assistentes de acusação e das defesas.
O MPF pede a condenação por crimes ambientais e, no caso das pessoas físicas, por inundação qualificada pelo resultado morte. As defesas argumentam que não há responsabilidade criminal direta dos acusados. O rompimento da barragem ocorreu em novembro de 2015, deixou 19 mortos e provocou danos ambientais de grandes proporções na Bacia do Rio Doce. A leitura dos votos ficou para junho devido à complexidade do processo.





