O governo de Minas Gerais informou que atua desde domingo (25) para apurar e mitigar vazamentos em duas minas da Vale, em Congonhas — Fábrica (domingo) e Viga (segunda-feira) — sem registro de feridos. Foram identificados danos ambientais, com carreamento de sedimentos e assoreamento de cursos d’água que deságuam no Rio Maranhão.
A Secretaria de Meio Ambiente determinou medidas emergenciais, como limpeza das áreas afetadas, monitoramento dos cursos d’água e a apresentação de um plano de recuperação ambiental. A Vale também será multada por poluição, degradação hídrica e por não comunicar o acidente no prazo legal. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, cobrou da ANM uma solução imediata para o vazamento na mina Viga, admitindo interdição das operações se necessário, além de solicitar investigação para apurar responsabilidades.
Diante dos episódios, foi criada uma sala de crise com órgãos estaduais e municipais, Bombeiros e MPMG. A Vale afirmou que os vazamentos foram contidos, que não houve feridos nem impacto às comunidades, e que ocorreu apenas vazamento de água com sedimentos, sem rejeitos de mineração.





