A CPMI do INSS passou a investigar indícios envolvendo Fábio Luís da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Parlamentares aprovaram a quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telemático, mas a decisão foi anulada pelo ministro do STF Flávio Dino, e a comissão pretende recorrer.
Dados obtidos pela CPMI indicam que Lulinha movimentou R$ 19,5 milhões entre 2022 e 2026. Ele não é investigado pela Polícia Federal, mas foi citado nas apurações que envolvem a empresária Roberta Luchsinger e Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, suspeito de fraudes no instituto.
A PF investiga a suspeita de pagamentos mensais de cerca de R$ 300 mil a Lulinha, que, segundo a apuração preliminar, seriam para facilitar acesso de Antunes a ambientes em Brasília — o que é negado pelas defesas. O STF deve analisar a decisão de Dino em julgamento virtual a partir de 13 de março.





