Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios aponta que dois bilhões e meio de reais em recursos federais destinados às prefeituras em 2026 estão bloqueados ou contingenciados. O valor representa 6,8% do total autorizado para repasses aos municípios. As maiores retenções atingem os ministérios da Saúde, das Cidades e da Educação, afetando investimentos em unidades de saúde, infraestrutura urbana e transporte escolar.
A CNM alerta que a restrição dos repasses pode comprometer obras e serviços públicos, obrigando as prefeituras a utilizar recursos próprios para manter projetos em andamento. A entidade também aponta riscos de atrasos e paralisações de obras e informou que solicitou aos ministérios a preservação dos recursos destinados aos municípios.






