A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) continua investigando as circunstâncias do desaparecimento e da morte de Juliana de Souza Horta, de 27 anos, moradora de João Monlevade. O corpo da jovem foi encontrado no Rio Piracicaba, em Bela Vista de Minas, no sábado, 10 de maio de 2026.
Em resposta ao Jornal A Notícia, a corporação informou que um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso e que, até o momento, nenhuma hipótese foi descartada. Segundo a Polícia Civil, as investigações buscam esclarecer se a morte pode estar relacionada a suicídio, acidente ou eventual participação de terceiros.
As apurações iniciais indicam que Juliana deixou a residência onde morava, em João Monlevade, na segunda-feira, 4 de maio, por volta das 19h30. Conforme informações reunidas durante a investigação, ela teria sido vista posteriormente nas proximidades da quadra do Centro Educacional de João Monlevade, onde possivelmente embarcou em um veículo de cor escura.
A Polícia Civil informou que as circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas. Nesse sentido, a conclusão dos laudos periciais, especialmente o exame de necropsia, é considerada essencial para o avanço do inquérito. O documento deverá apontar a causa da morte e fornecer elementos técnicos que auxiliem na definição da principal linha investigativa.
Para preservar o andamento dos trabalhos, a PCMG não divulgou informações sobre a existência ou não de sinais de violência no corpo da vítima.
Familiares, amigos e pessoas próximas à jovem já foram ouvidos pelos investigadores. Além disso, novas oitivas foram determinadas com o objetivo de reconstruir, de forma cronológica, os últimos passos de Juliana antes do desaparecimento.
Até o momento, não há suspeitos formalmente indiciados. A Polícia Civil também informou que não foram localizados registros policiais anteriores diretamente relacionados ao caso que possam indicar, nesta fase da investigação, eventual motivação ou autoria.
A corporação solicita que qualquer pessoa que tenha informações sobre o caso ou sobre o trajeto percorrido pela vítima procure a Delegacia de Polícia Civil ou utilize os canais oficiais de denúncia, como o Disque Denúncia Unificado (181). O sigilo das informações repassadas é garantido.






