O ex-jogador Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. A informação foi confirmada pela assessoria do atleta, conhecido como “Mão Santa” e eternizado pela camisa 14 da seleção brasileira.
Oscar passou mal em casa, em Santana de Parnaíba (SP), e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros por volta das 13h. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, mas não resistiu.
De acordo com familiares, o ex-atleta enfrentava problemas de saúde após uma cirurgia recente. Ele também travou uma longa batalha contra um tumor cerebral, enfrentado ao longo de 15 anos.
Em nota, a assessoria informou que o velório será restrito à família, respeitando o desejo por um momento íntimo de despedida.
Nas redes sociais, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, publicou uma homenagem emocionada ao pai. “Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi”, escreveu.
Carreira marcada por recordes e protagonismo
Considerado uma lenda do esporte, Oscar Schmidt iniciou sua trajetória ainda jovem. Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo, onde atuou nas categorias de base do Palmeiras e rapidamente ganhou destaque.
Em 1979, já defendendo o Sírio, conquistou o Mundial Interclubes. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou, iniciando uma trajetória histórica com a seleção brasileira.
Reconhecido mundialmente pelo talento e precisão nos arremessos, Oscar construiu uma carreira marcada por recordes, atuações memoráveis e protagonismo dentro das quadras, tornando-se referência para gerações de atletas.





