A Dívida Pública Federal voltou a crescer e ultrapassou os R$ 9,2 trilhões em junho, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. O aumento foi impulsionado, principalmente, pela emissão de títulos atrelados à Taxa Selic e pela incorporação dos juros ao estoque da dívida. Apesar da alta, o governo afirma que o valor ainda está dentro da previsão para este ano.
O chamado “colchão da dívida”, reserva financeira usada para garantir o pagamento dos compromissos, também aumentou e atingiu o maior nível da série histórica, cobrindo mais de oito meses de vencimentos. O Tesouro informou ainda que a maior parte da dívida continua nas mãos de instituições financeiras, fundos de pensão e fundos de investimento, enquanto a participação de investidores estrangeiros apresentou leve queda em junho.






