Endividamento das famílias brasileiras voltou a crescer e chegou a 82% em julho. Segundo a Confederação Nacional do Comércio, o percentual é o maior já registrado desde o começo da série histórica, iniciada em 2015. O número considera dívidas relacionadas a cartão de crédito, empréstimo pessoal, prestação de casa e carro e cheque especial.

Outra alta observada foi no total de famílias com mais da metade da renda comprometida com dívidas. No período, esse índice chegou a 19%. Já a inadimplência apresentou leve recuo, passando de 29,9% para 29,8% entre junho e julho, refletindo os efeitos de programas de renegociação de débitos.