A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28) aponta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da corrida pelo Governo de Minas Gerais em todos os cenários em que seu nome é incluído. No principal cenário estimulado de primeiro turno, ele registra 35% das intenções de voto, enquanto Alexandre Kalil (PDT) aparece com 12% e Patrus Ananias (PT) com 10%, configurando empate técnico entre os dois, dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

No mesmo cenário, o governador Mateus Simões (PSD) tem 6% das intenções de voto, seguido por Gabriel Azevedo (MDB), com 4%, e Ben Mendes (Missão) e Flávio Roscoe (PL), ambos com 2%. Maria da Consolação (PSOL) registra 1%, enquanto os demais nomes testados não pontuaram. Os eleitores indecisos somam 15% e aqueles que declararam voto branco, nulo ou afirmaram não votar representam 13%.

Em cenários sem a participação de Cleitinho, Alexandre Kalil assume a liderança, com 15%, seguido por Patrus Ananias, com 13%, e Mateus Simões, com 9%. O percentual de indecisos cresce para 27%, evidenciando um cenário mais aberto na ausência do senador na disputa.

Nas simulações de segundo turno, Cleitinho também aparece à frente dos principais adversários. Contra Alexandre Kalil, o senador alcança 44% das intenções de voto, ante 29% do ex-prefeito de Belo Horizonte. Em uma eventual disputa contra Patrus Ananias, Cleitinho registra 46%, enquanto o deputado federal soma 31%. Já em um confronto com Mateus Simões, o senador tem 46%, contra 15% do atual governador mineiro.

O levantamento também avaliou a percepção dos mineiros sobre os governos estadual e federal. A administração do governador Romeu Zema (Novo) é aprovada por 52% dos entrevistados e desaprovada por 38%, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 42% de aprovação e 51% de reprovação em Minas Gerais.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu presencialmente 1.482 eleitores em Minas Gerais entre os dias 22 e 26 de julho de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os protocolos BR-09533/2026 e MG-03490/2026.